quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Carneiro - Balança a Lua cheia de 26 de Setembro em jeito de poema

 

Lua Cheia — O Eixo Carneiro–Balança

Quando a Lua Cheia se ergue no céu,
Carneiro acende a chama do começo,
e Balança procura, no silêncio,
a ponte entre dois mundos.

Eu sou.
Eu desejo.
Eu avanço.

Mas diante de mim existe o outro,
com os seus sonhos,
com a sua verdade,
com o seu próprio caminho.

Carneiro ensina a coragem
de não abandonar quem somos.
Balança ensina a delicadeza
de não esquecer quem caminha connosco.

E nesta Lua plena,
o coração pergunta:

Onde termina o meu caminho
e começa o teu?

Onde existe confronto,
que nasça compreensão.
Onde existe distância,
que surja uma ponte.
Onde existe indecisão,
que a verdade encontre voz.

A Lua ilumina aquilo
que já não pode permanecer escondido.

Relações são reveladas.
Desejos tornam-se claros.
Escolhas pedem coragem.

Porque amar não é desaparecer no outro,
nem caminhar sozinho contra o mundo.

É encontrar o equilíbrio
entre ser inteiro
e saber partilhar.

Nesta noite de Lua Cheia,
que Carneiro nos dê coragem
para dizer aquilo que sentimos,

e que Balança nos dê sabedoria
para ouvir aquilo que o outro sente.

Que o fogo não destrua a ponte.
Que a ponte não apague o fogo.

E que cada encontro,
cada relação,
cada escolha,

nos aproxime finalmente
daquilo que somos
quando deixamos de fugir
de nós próprios.

🌕 A Lua Cheia ilumina o encontro.
Carneiro afirma.
Balança harmoniza.
E o coração escolhe o caminho entre os dois.

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