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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O Ecilpse Solar Parcial de 23 de Outubro de 2014, as crenças sobre os Eclipses desde o tempo da Mesopotãnia, Mapa do eclipse, uma visão astrológica


Mapa Astrológico do Eclipse  
23 de Outubro de 2014, 19.37
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  •                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          No dia  23 de outubro de 2014 - . Eclipse Solar Parcial O eclipse parcial será visível em quase toda a América do Norte e Central.
           Um Eclipse solar parcial é quando a lua cobre o sol mais não cobre o sol todo... 


                              Eclipse parcial do Sol – 23 de Outubro de 2014


                                  Início do eclipse: 19:37 TU
                                  Máximo do eclipse: 21:45 TU
                                  Fim do eclipse: 23:51 TU

Dois mil e quinhentos anos antes de Cristo, na China, um astrólogo poderia perder a cabeça por se equivocar na previsão de um eclipse Solar.

O primeiro registo de um eclipse total do Sol é da Mesopotâmia, e data do ano 1375 a.C.

Baseado em conhecimentos adquiridos no Egipto, o astrônomo grego Ptolomeu formulou ao redor de 157 a.C. um complexo esquema de cálculos para prever a ocorrência de eclipses de Sol e de Lua.

Antes da existência dos modernos relógios atómicos, os antigos astrónomos -baseados no registo de ocorrência de eclipses- conseguiram detectar que, a cada século, o tempo de rotação da Terra diminui em 0,001 segundo.

A duração máxima de um eclipse total é de 7,5 minutos.

Um eclipse solar total não é perceptível até que mais de 90% do Sol esteja encoberto pela Lua. Quando o Sol é 99% encoberto, a luminosidade ainda é a de um crepúsculo corriqueiro.

A sombra de um eclipse se desloca à velocidade aproximada de 1.600 Km/h no equador e a mais de 7.500 Km/h próximo dos Pólos.

O número máximo de eclipses solares (parciais ou totais) durante um ano é cinco.

Acontecem pelo menos dois eclipses de Sol por ano em algum lugar da Terra.

Apenas os eclipses solares parciais podem ser observados dos Pólos.

Eclipses totais de Sol acontecem numa média de um a cada ano e meio.

Um número praticamente idêntico de eclipses Solares totais e parciais acontecem em um período de 18 anos e 11 dias (ou a cada 6.583,32 dias), num ciclo chamado "Ciclo de Saros". A cada Ciclo de Saros, os eclipses se repetem a uma distância de 1/3 do perímetro da Terra, e após 3 ciclos (54 anos e 33 dias), um eclipse acontece novamente numa mesma localidade.

Todo eclipse começa pela manhã, em algum ponto do planeta, e termina num pôr-do-sol, no extremo oposto a esse ponto inicial.

Durante um eclipse total do Sol, aves e outros animais da região se preparam para dormir ou agem de maneira confusa quando o eclipse atinge a totalidade.

Durante a totalidade de um eclipse solar, a temperatura pode chegar a baixar até 20°C.

Um eclipse ocorrido em 1919 foi utilizado para confirmar a teoria da Relatividade de Einstein.

Uma lenda chinesa diz que o eclipse ocorre porque um enorme dragão devora o Sol.

Para os egípcios, o malfeitor seria a serpente Apófis, inimiga de Ra, o deus-sol. Às vezes, Apófis coloca-se no caminho de Ra para promover o combate.

Os escandinavos acreditavam que dois enormes lobos, Sköll e Hati, perseguiam o Sol e a Lua. O segundo, também chamado Managarm, o cão da Lua, acaba devorando o astro nocturno no final dos tempos.

Na Roma antiga, os habitantes tinham o costume de gritar em voz alta, a fim de socorrer o Sol eclipsado, para chamar de volta o astro quase desaparecido.

Segundo os esquimó, o eclipse ocorre quando seus dois mais importantes deuses, Padli e Amarok (o Sol e a Lua) fazem amor.

Até o século 3 ocorreram 373 eclipses.

As mais antigas observações conhecidas dos eclipses do Sol e da Lua foram feitas no Oriente Médio e no Extremo Oriente. No século 3, o escritor grego Diógenes relatou que os astrónomos dos faraós já haviam registado 373 eclipses do Sol e 832 eclipses da Lua.
Os eclipses têm um significado forte na Astrologia, geralmente representando um momento que simboliza algum processo de transformação para as pessoas do  signo em que ele acontece, mas tambem em todas as áreas de vida,(Casas Astrológicas) envolvidas e relacionadas com o signo e seu ou seus Planetas regentes.

Com o mapa em questão seria muito simples limitar a analise apenas a questões individuais, a hora internacional a que este fenómeno ocorre e do mapa tirado pode-se concluir que a grande quadratura envolve dois Planetas por oposição em movimento retrógrado Mercurio em Balança conjunto ao nodo Norte, que indica o fim de missão aqui na terra para muitas pessoas, esta oposição ocorre com Úrano em conjunção ao nodo norte em carneiro, o eixo desta oposição ocorre entre a casa 6 e a casa 12, e indica que a refromulação das questões da saude, do amor, liberdade e do poder, estão sendo revistas e assimiladas á força por toda  a humanidade, mas com muita (discórdia) ou seja oposição de uma grande parte que não está minimamente preparada. O Planeta Eris, encontra-se em Carneiro e na astrologia está associado a Marte e a Carneiro. Marte em trigno com Júpiter e sextil com o Sol em Escorpião indica estas grande confusões (discórdias), que estão vindo á superfície sobre as estruturas da terra, o mapa fecha este circulo com Plutão em quadrado com Úrano em Carneiro e Mercurio retrogado.


O sol a Zero graus de escorpião, conjunto a venus e trigo a Neptuno ainda retrógrado e sextil a Marte, um novo ciclo a registar por todos os que souberem aproveitar estar conscientemente activos e aceitarem a renovação e transformação com o espírito do amor, Vénus em Balança em trigno com Neptuno em peixes, Vénus em trigno com Marte. Afinal estamos mesmo a chegar ao fim da recepção mútua de Plutão em Capricónio e Saturno em Escorpião, mais um sinal forte do céu com temas como a União dos princípios e valores humanitários.
E Já se verifica uma união, que não pertence a nenhum circulo intelectual mas cada vez se afirma com maior força em todas as classes sociais com o objectivo de renovar e integrar tudo o que une o verdadeiro poder das massas que já não acreditam em palavras e actos políticos de falsos Mestres, que prometem a renovação social á conta do sacrificio de quem trabalha, fazendo girar a energia do dinheiro por conta do poder subversivo do controle do medo que é originado pela ignorãncia daqueles que acreditaram com fé nos "recursos" ilusórios de todos os Mestres do poder.
Eris  era a deusa da discórdia. O planeta foi chamado assim porque a sua descoberta lançou a discórdia entre os astrónomos quanto à definição de um planeta e causou, indirectamente, a descida de estatuto de Plutão de "planeta" para "planeta anão". Na mitologia grega é famosa por ter causado, indirectamente, a Guerra de Tróia Era também conhecida por acompanhar o seu irmão Aires (Marte) para o campo de batalha e, quando os outros deuses iam embora, ela ficava rejubilando-se da carnificina.
Fonte Wilkipédia 

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