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segunda-feira, 7 de abril de 2014

25 de Abril de 1974, entre os Cravos e a Revolução, uma visão Astrológica

Na semana santa de Abril de 1974 que ocorreu entre os dias 7 a 14, já se preparava aqui na terra um desenho no céu plantado de Cravos e de revoluções, características de um Povo de Grandes poetas, inventores, músicos e de todas as áreas da criatividade que procuram em Países estrangeiros o que os Ilusionistas do Poder sempre têm negado, que é a propina afirmação de identidade e riqueza de um povo que tem estado condicionado por uma Lua Negra na casa 2, onde o Sol progredido deste grande evento a 15 graus de Gémeos que se encontra conjunto a Saturno,Lua e nó lunar Norte que envolve pontos principais do Mapa que envolvem a Lua, Saturno e Marte por trigo e quadratura a Júpiter na casa natural de Gémeos . Vénus sugere que o Povo,(Lua), se encontra dividido, direi mesmo desorientado e chocado, pelos meios de comunicação social por ficarem a saber,(Gémeos), da forma como o estado . Plutão em Balança conjunto a Vesta pede sacrifícios aos Portugueses.  

           Este cenário de quadratura envolve Balança e a casa 7, e tudo quanto diz respeito a associações, organizações, contratos, Empresas, negócios. Hipotecados por Úrano nos últimos graus de  Balança e na casa 10, em trigno com a Lua e Saturno na casa 7, mas também está conjunto à Roda da Fortuna, riqueza  essa de um País comandado desde então por forças militarizadas com o apoio do Governo, estou falando de Úrano conjunto à roda da Fortuna e em Oposição a Mercúrio e Quiron na casa 4 em Carneiro. É bem conhecido os milhões que se tem gasto em armamento e nas energias que o governo tem gasto em todas as manobras para iludir o Povo, pedindo-lhe sacrifícios. (Plutão conjunto a Vesta em trigno com Neptuno a 9 graus de Sagitário  em Plena linha de terra.
Os dois Planeta Neptuno e Plutão e o Asteróide Vesta estão em movimento retrogrado, que indica que só com o movimento de Saturno, o tempo e os seus Ciclos é que se pode ter orientação numa nova filosofia de vida que permita estabilizar estes cravos cravados na memória de um Povo, habituado a sacrifícios e a ser crucificado nesta simples condição humana de ter nascido em Portugal.

Saturno em plena casa 12,, onde se encontra Neptuno no seu próprio Domicílio, deixa definitivamente o signo de Escorpião no dia 18 de Setembro de 2015, dando assim início com contagem decrescente até atingir o efeito máximo no Mapa, quando chegar ao grau 9 de Sagitário no dia 14 de Dezembro de 2015, fazendo  trigo a Plutão e Vesta e em Quadratura com Júpiter em Peixes.

Júpiter em transito transita a casa 8 de Leão, a casa Astrológica que envolve, mistério que apela à reintegração de uma identidade perdida algures no tempo e fecha o ano de 2015 no grau 21 de Virgem, já em plena casa 9 casa de Júpiter,  e sugere o Julgamento e a correspondente libertação de dinheiros, devido ao Planeta mercúrio que rege o signo de Virgem, se encontrar conjunto a a Quiron na casa 3 de mercúrio que encontra por oposição à roda da fortuna e a Úrano, fechando um ciclo de grande transformação e despertar de uma realidade.

Para finalizar este artigo que já vai longo, é de observar os 40 anos e o seu significado na Bíblia e um ciclo de Saturno aso 42 anos, portanto em dois anos é possível que as pessoas comemorem o 25 de Abril em tudo o que signifique numa nova liberdade de expansão aqui Em Portugal, pelos Portugueses, que valem muito mais do que pensam na maioria.

A grande Cruz Cardinal, no Grau 13, desenha no céu um corte no centro do País, entre Marte em Balança e Úrano em carneiro, esse corte ou recorte no céu indica mudanças e iniciativas nas áreas cor respondentes de Úrano conjunto á roda da fortuna em Oposição a mercúrio e Quiron em Carneiro.

Plutão em Capricórnio na cuspide da casa 2, em oposição a Júpiter na cuspide da casa 8,  fim de dinheiros de outros países, tendo os Portugueses de começar a acreditar no que de melhor podem fazer.

 Muito grupos tem conseguido felizmente sair positivamente desta grande pressão a fim de não haver União, com ajuda de solidariedade de todo o Género, não se tem falado de outras coisas nas noticias de televisão e as Tensões energéticas que Portugal está a passar não é Justificativa credível a fim de ser integrado na sociedade civil, tudo o que possa Portugal renascer num modo mais espiritualista e humanitário.

Um exemplo que muito me tem preocupado é o nível de exigência e as taxas de reprovações assinadas pelos "Mestres" de sabedoria aqui em Portugal e da exigência que as escolas do saber tradicional, que em Astrologia estão em conflito com Úrano, o Planeta ligado profundamente ás novas energia, e outras medidas alternativas de Despertar consciências que têm estado bloqueadas e cada vez mais sem o devido reconhecimento por parte da sociedade civil, chegando alguns mesmo a dizer que um dia não se sabe bem quando a Astrologia iria ser reconhecida e integrada nas Escolas, mas nada se viu, este problema cultural de mentalidades, faz voltar ao tema que os Portugueses não são lá muito inteligentes, o que não é Verdade.

Escorpião, encontra-se na casa 11, dos grupos, casa Astrológica naturalmente ligada, a tudo o que é novo e diferente, onde no conjunto Plutão em Balança lligado Por quadratura a Marte, ambos os Planetas regentes e sub regentes da casa 8, não tem estado nada á vontade, é verdade, mas mesmo assim tem havido por uma grande parte da sociedade uma grande união e solidariedade, nunca visto no nosso País.

Que o 25 de Abril seja um novo recomeço de Despertar, as actuais conjunturas Astrológicas apontam para isso.

Aqui fica uma breve História do 25 de Abril que eu consultei na Wilkipédia, onde também tirei a hora oficial, a que ocorreu  este evento.

Revolução de 25 de Abril, conhecida como Revolução dos cravos , refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de Abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo , vigente desde 1933 , e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem.
Esta acção foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos . Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas , acabando por se estender ao regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS mais conhecida como PIDE.













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